Patricia

A Patricia começou a correr quase sem querer. Alternando caminhada e corrida com alguns amigos que também treinavam sem maiores pretensões, ela acabou descobrindo o gosto por um esporte no qual ela se destaca. Hoje, deixa muita gente bem treinada para trás nas competições das quais participa.

A vontade de superar os limites apareceu logo de cara. "Um dia eu consegui fazer 3 km sem parar e achei o máximo. Decidi que nunca mais iria correr menos do que três. Aí um dia um amigo me convenceu a correr 4 km com ele, mas eu achava que seria impossivel. Quando acabou, ele disse: ´Parabéns, voce conseguiu correr seis!´ Pensei: ´Nossa, de três para seis, nunca mais vou correr menos do que seis.´ E assim foi, até que eu cheguei nos 10 km e resolvi que queria melhorar o tempo. Foi uma prova na 23 de maio e eu acabei em 58 minutos.", conta.

Nestas alturas, o treinamento sem orientação cobrou um preço: foi diagnosticada uma fratura por estresse. Corridas suspensas, muito choro e algum tempo no estaleiro depois, Patricia recebeu a indicação de procurar o Flávio para disciplinar os treinos. Hoje, ela completa 10 km em 43 minutos e acaba a prova querendo correr mais um pouco.

Trabalhando em banco, Patricia tem um dia-a-dia agitado. Mas o treino, depois do dia estressante, é sagrado. "Eu esqueço tudo, deleto toda a rotina de trabalho e não penso em nada, só corro. Sacrifico festas, baladas, happy hour, prefiro não faltar nos treinos." Mas então a corrida atrapalha a vida social? "Não, eu tenho uma vida social! Correr é uma coisa que eu gosto e que me permite conhecer e encontrar um monte de gente. Aqui eu falo com todo mundo, brinco com todo mundo, falo com cada um um tipo de assunto. Eu acabo me relacionando com pessoas que fazem parte do meu mundo!", afirma.

Algumas amigas insistem que ela deveria sair mais, ver gente, conhecer pessoas novas. "Mas quer mais do que isso aqui para conhecer pessoas?", ela pergunta, mostrando com as mãos a USP lotada de gente, como acontece todos os sábados. "Em vez de ficar em um bar se lamentando, eu prefiro esse clima alto astral do povo que curte corrida. A corrida faz parte de uma rotina que me ajuda a dormir bem, acordar de manhã animada, inteira, enfrentar o dia de trabalho com alegria. Eu optei por ter essa vida assim, saudável. Eu não preciso beber para ser feliz. E vou continuar assim até o fim da minha vida, não vou ficar chata nunca."


Patricia Ribeiro Araújo





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