Aquecimento

Defini‡Æo e objetivo

O aquecimento engloba atividades £teis para estabelecer o estado ¢timo de prepara‡Æo psicof¡sica e coordenativo-cinest‚sica e para prevenir as contusäes. (Cf. Grosser, 977, 39; Ziescchang, 1978, 236)


Modos de aquecimento

Distinguem -se um aquecimento geral e um espec¡fico.

No aquecimento geral, as possibilidades funcionais do organismo em seu conjunto devem ser levadas a um n¡vel superior (Adam-Werchoshanskij, 1974, 72). Isto ‚ obtido atrav‚s de exerc¡cios que servem para aquecer os grandes musculares (por exemplo: aquecimento pela corrida).

No aquecimento espec¡fico, o aquecimento efetua-se especificamente, conforme a modalidade, isto quer dizer que sÆo executados movimentos que servem para aquecer os m£sculos em rela‡Æo direta com o esporte considerado.

O aquecimento geral deve preceder o espec¡fico. O aquecimento em si pode ser executado ativo, passiva e mentalmente, ou sob forma combinada.


Bases fisiol¢gicas do aquecimento

O efeito do aquecimento sobre as fun‡äes cardiovasculares

  • Aumento da freqˆncia card¡aca
  • Eleva‡Æo da pressÆo sang¡nea
  • Aumento da quantidade de sangue em circula‡Æo

O efeito do aquecimento no sistema respirat¢rio

O efeito do aquecimento na musculatura

  • Diminui‡Æo da viscosidade muscular
  • Melhora da alimenta‡Æo em energia e em oxigˆnio
  • Otimiza‡Æo dos processos neuromusculares

O efeito do aquecimento nos parƒmetros ps¡quicos da “performance”


A eficiˆncia do aquecimento na dependˆncia de diversos fatores end¢genos e ex¢genos

Fatores end¢genos

  • Aquecimento e idade
    O aquecimento opera-se em qualquer idade em virtude dos mesmos princ¡pios b sicos – come‡ar por um aquecimento geral, continuar com um aquecimento especial ou espec¡fico, etc. Mas o tempo de aquecimento e sua intensidade modificam-se quando a idade aumenta: quanto mais velho for o esportista, mais o aquecimento deve ser prudente, progressivo, mais e mais prolongado, pois o risco de contusÆo aumenta quando o m£sculo envelhece (menor elasticidade em razÆo das modifica‡äes degenerativas da fisiologia do envelhecimento).
  • Aquecimento e n¡vel de treinamento
    O aquecimento deve, por seu volume e sua intensidade, basear-se no estado de treinamento do esportista. Assim, por exemplo, um aquecimento muito intenso, em um esportista, pouco treinado, pode produzir tal fadiga que sua capacidade de “performance”, longe de ser aperfei‡oar, ‚ diminu¡da e o risco de contusÆo, em vez de diminuir, agrava-se.
  • Aquecimento e atitude ps¡quica

Fatores ex¢genos

  • Aquecimento e hor rio
    Durante o sono, as diferentes fun‡äes corporais sÆo claramente amortecidas, ou mesmo completamente colocadas fora de a‡Æo. Ap¢s o despertar, ‚ preciso um certo tempo para que elas reencontrem sua capacidade m xima de “performance” (corporal aumenta durante toda jornada - cf. Pettinger, 1968, 15).
  • Aquecimento e temperatura exterior
  • Aquecimento e modalidade esportiva

Nota:

Antes das competi‡äes, nÆo se deve modificar o m‚todo de aquecimento, sua intensidade ou seu volume, pois a superdose o subdose resultante pode causar uma diminui‡Æo correlativa de performance. O aquecimento correto deve apoiar-se na experiˆncia recolhida na pratica do treinamento e da competi‡Æo; ele deve ser calculado e fixado por uma tentativa progressiva que leva em conta as necessidades individuais.


Resumo cr¡tico

O objetivo do aquecimento ‚ melhorar a capacidade de “performance” esportiva e evitar as contusäes. A otimiza‡Æo dos parƒmetros psicof¡sicos da “performance” ‚ orientada atrav‚s de um aquecimento geral e especial. Conforme a modalidade esportiva e as bases individuais, diversas formas de aquecimento ou sua combina‡Æo demonstram ser eficazes. Uma mudan‡a dos h bitos do aquecimento nÆo deve ser brusca, mas operar-se progressivamente.Somente a experiˆncia pessoal permite constatar que forma, que intensidade, que volume do aquecimento ‚ melhor para o individuo.

O fato do sentido e da efic cia do aquecimento ter sido diversamente apreciado ‚ devido, sobretudo, a uma estat¡stica insuficiente: grupos de indiv¡duos heterogˆneos (velhos/jovens; treinados/nÆo treinados) freqentemente em n£meros insuficiente, sob condi‡äes vari veis e programas nÆo adaptados foram confrontados com esse problema (cf. Kuhn, 1973, 140; Zieschang, 1978, 244).

A pr tica de todos os esportes mostra que o aquecimento ‚ parte integrante de uma prepara‡Æo para as parte integrante de uma prepara‡Æo para as mais altas “performance” esportivas, pois ele contribui para uma sele‡Æo funcional dos valores fisiol¢gicos, visados no sentido da otimiza‡Æo da “performance” (Israel, 1977, 389).





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